O Tigre Rosa
Em uma floresta vivia um tigre, ele era muito sabido e esperto, um dia ele subiu em cima de uma vitória régia e começou a pensar, como seria se ele morasse em Guarulhos. Então ele pulou dentro do lago e quando saiu estava rosa ele gostou na cor e saiu pela floresta saltando e pulando.
(autora - Karolina Araújo, 11 anos)
* O texto acima foi escrito, a partir de uma dinâmica na qual os alunos em papéis aleatórios respondem as questões feitas (nome de uma pessoa, animal, cidade, etc). Posteriormente eles deverão fazer um texto que contenha todas as palavras escritas no seu papel.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
terça-feira, 9 de outubro de 2007
VEJA O QUE SAIU NA IMPRENSA SOBRE O PROGRAMA ARTEDUCAÇÃO BAHIA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

ArtEducação em Vitória da Conquista
Por Mirna Ledo
http://www.nucleouniversitario.com.br/arteduc.html
A experimentação de linguagens artísticas como ferramentas pedagógicas naeducação de crianças e como meio de combate à exclusão sociocultural. Em Vitória da Conquista, esse desafio é feito pelo Projeto TIM ArtEducação, resultado de uma parceria entre a TIM, o Governo Estadual através do Programa FazCultura e a ONG CIACEN (Centro Internacional Avatar de Artes Cênicas Contemporâneas). Desde 2003, o projeto já atendeu cerca de 5 mil crianças de escolas públicas em 19 municípios do interior da Bahia e Sergipe que participam de oficinas de música, dança, teatro, circo, capoeira, entre outras linguagens artísticas.
Esse ano, a temática do Projeto é “Diversidade e Identidade”. Ana Maria Alves, arte-educadora de dança, explica que o objetivo é reforçar a identidade das crianças, valorizando o que existe em Vitória da Conquista enquanto uma cidade do interior baiano. A professora do curso de pedagogia da Uesb, Vanessa Cristina Prado, reforça que o projeto trabalha uma questão primordial para o sujeito, a auto-estima. “O sujeito acaba sendo o que é a partir daquilo que se constrói sobre sua auto-estima, sobre a afetividade”.
Na última quinta-feira, dia 20 de setembro, durante o Seminário de Sociologia e Educação na Uesb, organizado pela professora Cláudia Roberta, 15 crianças da escola Pedro Francisco de Morais, bairro Patagônia, apresentaram uma performance de dança livre coordenada por Ana Maria Alves. “Foram dois meses de ensaio e estamos nos preparando para as próximas apresentações que deverão acontecer no mês de outubro”, afirma a arte-educadora.
A professora Vanessa Cristina acredita que a inserção da arte na educação é uma idéia fabulosa. “A educação acaba sendo conseqüência e não objetivo. A arte tem esse teor da embriaguez do ponto de vista nietzschiano, no sentido de levar o prazer e a educação acaba se tornando algo prazeroso”. A professora ainda ressalta a emoção das crianças nessa primeira apresentação durante o Seminário. “Eles estavam encantadores e muito felizes. Por ser a primeira apresentação, estavam absortos, surpreenderam-se com tantos aplausos. Isso dava para sentir nos olhos das crianças, no crescimento, no aprendizado”.
Magnara Santos, estudante do segundo semestre de pedagogia na Uesb, defende a inserção da arte na educação e parabeniza a iniciativa da TIM e demais parceiros do projeto. “A arte tem que fazer parte do currículo. Ela contribui para o desenvolvimento moral, crítico e intelectual da criança e, com certeza, isso pode incentivá-la a querer mais, a buscar mais e conquistar novos objetivos pelo caminho da arte. A idéia do projeto é espetacular e merece o reconhecimento de nossa sociedade”.
Em Vitória da Conquista, o Projeto ainda oferece oficinas de Teatro com Danilo Amorim, Musicalização com Cláudia Rizo, Contação de Histórias com Poliana Bicalho, dentre outros.
Por Mirna Ledo
http://www.nucleouniversitario.com.br/arteduc.html
A experimentação de linguagens artísticas como ferramentas pedagógicas naeducação de crianças e como meio de combate à exclusão sociocultural. Em Vitória da Conquista, esse desafio é feito pelo Projeto TIM ArtEducação, resultado de uma parceria entre a TIM, o Governo Estadual através do Programa FazCultura e a ONG CIACEN (Centro Internacional Avatar de Artes Cênicas Contemporâneas). Desde 2003, o projeto já atendeu cerca de 5 mil crianças de escolas públicas em 19 municípios do interior da Bahia e Sergipe que participam de oficinas de música, dança, teatro, circo, capoeira, entre outras linguagens artísticas.
Esse ano, a temática do Projeto é “Diversidade e Identidade”. Ana Maria Alves, arte-educadora de dança, explica que o objetivo é reforçar a identidade das crianças, valorizando o que existe em Vitória da Conquista enquanto uma cidade do interior baiano. A professora do curso de pedagogia da Uesb, Vanessa Cristina Prado, reforça que o projeto trabalha uma questão primordial para o sujeito, a auto-estima. “O sujeito acaba sendo o que é a partir daquilo que se constrói sobre sua auto-estima, sobre a afetividade”.
Na última quinta-feira, dia 20 de setembro, durante o Seminário de Sociologia e Educação na Uesb, organizado pela professora Cláudia Roberta, 15 crianças da escola Pedro Francisco de Morais, bairro Patagônia, apresentaram uma performance de dança livre coordenada por Ana Maria Alves. “Foram dois meses de ensaio e estamos nos preparando para as próximas apresentações que deverão acontecer no mês de outubro”, afirma a arte-educadora.
A professora Vanessa Cristina acredita que a inserção da arte na educação é uma idéia fabulosa. “A educação acaba sendo conseqüência e não objetivo. A arte tem esse teor da embriaguez do ponto de vista nietzschiano, no sentido de levar o prazer e a educação acaba se tornando algo prazeroso”. A professora ainda ressalta a emoção das crianças nessa primeira apresentação durante o Seminário. “Eles estavam encantadores e muito felizes. Por ser a primeira apresentação, estavam absortos, surpreenderam-se com tantos aplausos. Isso dava para sentir nos olhos das crianças, no crescimento, no aprendizado”.
Magnara Santos, estudante do segundo semestre de pedagogia na Uesb, defende a inserção da arte na educação e parabeniza a iniciativa da TIM e demais parceiros do projeto. “A arte tem que fazer parte do currículo. Ela contribui para o desenvolvimento moral, crítico e intelectual da criança e, com certeza, isso pode incentivá-la a querer mais, a buscar mais e conquistar novos objetivos pelo caminho da arte. A idéia do projeto é espetacular e merece o reconhecimento de nossa sociedade”.
Em Vitória da Conquista, o Projeto ainda oferece oficinas de Teatro com Danilo Amorim, Musicalização com Cláudia Rizo, Contação de Histórias com Poliana Bicalho, dentre outros.
PENSAMENTO DO DIA
A ESCOLA DOS BICHOS
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito, incluíram tudo, mas... cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
...o Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa arvore e disseram: “Voa, Coelho.” Ele saltou lá de cima e “pluft”... coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma topeira. Quebra o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO!
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito, incluíram tudo, mas... cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
...o Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa arvore e disseram: “Voa, Coelho.” Ele saltou lá de cima e “pluft”... coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma topeira. Quebra o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO!
Obs.: O texto acima foi trabalhado pels alunos da oficina de Contação de História
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